Ainda que eu falasse a língua dos anjos e dos homens e não tivesse amor, seria como metal que soa, ou como o símbalo que tine. Meu anjo de cabelos revoltos, enquanto o solo da guitarra embriagava minha alma, a doçura da sua voz me deixava lúcida. Nakupenda! Não se trata de amor Eros, nem Filos, nem Ágape, trata-se de amor que não tem nome.
É como se sentir criança e se alegrar com o presente, com o momento presente. Amanhã... não sei... mas a minha alma ficou tão alegre! Eu sei que é só um vento, não sei por que, mas sei! Me disseram que tenho alma de profeta, mas confesso que já me chamaram de bruxa também.
O fato é que tem fogos de artifícios dentro de mim! Meu anjo, você não esta só nisso, e muita coisa junta, tudo junto e misturado, vitamina de vida... hum...delicia! Mas esse poema é pra você, porque a alegria da esperança do futuro, causa certo medo e ansiedade, já você meu anjo, você e o frisson do presente. O sorriso do momento, o meu momento, esse momento, desse instante agora.
Patrícia Lima 19/08/2011

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